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Educação financeira desde cedo!

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Educação financeira desde cedo!

Se o assunto “educação financeira” já é difícil para os adultos, imagina para as crianças. Controlar as contas não é algo tão fácil de fazer, por isso é essencial que os menores aprendam mais sobre o tema. Assim, desde cedo, os pequenos terão um entendimento financeiro que provavelmente será levado até a fase adulta. E nada melhor do que aprender pela experiência, ou seja, observando como os pais ou responsáveis cuidam das finanças. Pais, sejam exemplo, sempre!

Sabemos que nem todas as crianças recebem mesada, mas aquelas que ganham um valor em dinheiro em determinados períodos precisam ter, pelo menos, ideia de valores e números.  Isso acontece lá com seis ou sete anos idade. Lembrando, que o valor inicial não deve ser muito alto. Além disso, a criança tem que ter noção das suas escolhas. Saber que não pode ter tudo o que quer e que às vezes precisa abrir mão do que deseja, são valores bem importantes para passar a eles.

É bem possível que o menor erre algumas vezes, o que é normal, pois está apreendendo. Nesse momento, devemos fazê-lo pensar no porque chegou naquela situação. Essa ação é importante para que a criança crie limites e veja as consequências de seus atos, diminuindo também as chances de cometer os mesmos erros quando adulto.

Guardar dinheiro é outra lição que devemos ensiná-los, mesmo recebendo um valor baixo, é bacana deixar um pouquinho dele guardado. Desafios também podem ser lançados, por exemplo: “quando você juntar R$ 15, te darei mais R$ 15”. Isso gera na criança uma vontade de guardar e a consciência de que mais tarde pode comprar algo maior.

Uma dica muito bacana é fazer um empréstimo a juros fictícios, para que o pequeno perceba se está gastando mais do que deveria.  Caso isso ocorra, “aplique penalidade financeira” pelo ocorrido, com uma multa de um valor “x”, por exemplo.

É muito importante também ensinar as crianças sobre a durabilidade do que elas estão adquirindo ou ganhando. Quanto mais resistentes forem, mais elas durarão e por mais tempo elas poderão aproveitar seu mimo, ensinando assim a controlar o consumismo infantil (clique nesse link e veja algumas peças com alta qualidade para seus pequenos!)

O que não pode ser feito é educar com chantagens. Não queremos que mais pra frente, eles sigam o mesmo caminho, não é?

Qual valor devo estipular para a mesada?

Três considerações devem prevalecer na hora de determinar o valor da mesada: a primeira é o orçamento da família. Em segundo lugar, estão os gastos que se pretende transferir para a responsabilidade do filho, e a terceira é avaliar o grau de maturidade do menor.

Para ajudar no controle dos gastos, é legal incentivar a criança a ter um caderno para anotar o orçamento: despesas e saldos. E aí, mãos à obra?

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