Animal de estimação: um amiguinho verdadeiro!

Sim, estamos falando de bichinhos de estimação! Sejam eles cães, gatos, passarinhos, peixinhos ou roedores, sempre alegram a vida de quem está por perto, ainda mais das crianças. Além de fofos e divertidos, os bichinhos ajudam a desenvolver a auto-estima, o senso de responsabilidade e até a educação sentimental dos baixinhos.

Para os pais, em um primeiro momento, pode até parecer um desafio ter um animal em casa – tanto pela mudança da rotina, quanto pelo custo. Apesar disso, psicólogos e especialistas em educação dizem que os benefícios da convivência entre a criança e o animal vão muito além desses “empecilhos”.

Estudos do bem!

Você sabia que crianças que têm contato com animais, até os cinco anos de idade, se tornam mais resistentes a algumas doenças? Sim, é verdade. Essa informação foi divulgada com base em pesquisas realizadas pela Universidade de Melbourne (Austrália).

O estudo revelou ainda que os pequenos que não tiveram a experiência de ter um animalzinho de estimação ficaram mais propensos a desenvolver infecções respiratórias e alergias. Interessante, não?

Outra pesquisa comprovou que o fato de respirar o pó de casinhas de cachorros e até pelos de gatos, quando menores, desencadeia uma proteção natural conta o vírus RSV, responsável por infecções e dificuldades respiratórias.

Que delícia é ter um companheiro!

O convívio com animais trabalha os sentimentos dos pequenos, como tristeza, alegria, frustração e tolerância, por exemplo. No caso de crianças que ficam muito sozinhas devido ao tempo que os pais dedicam ao trabalho, o bichinho pode ser um companheiro, além de estimular o desenvolvimento afetivo.

Aquelas crianças que têm vícios em jogos de vídeo-game ou computador podem aprender que mexer o esqueleto também é legal. Os animais são fortes aliados no desenvolvimento físico dos baixinhos, já que as brincadeiras entre ambos torna-se um verdadeiro exercício físico.

Dividindo tarefas!

É importante que os pais ensinem aos filhos que, se estão dispostos a terem um animal de estimação, também terão que ajudar nas tarefas. Mas, às vezes, isso pede um tanto de paciência e tolerância – em especial, naquelas responsabilidades que exigem maior compromisso com os horários, como alimentação.

Independente dos afazeres, os responsáveis pela criança devem sempre ser um modelo no tratamento do bichinho. Se tratarem o animal bem, o pequeno seguirá os mesmos passos. Se o respeito e cuidado dos mais velhos com o bicho não acontecer, provavelmente, o mau trato será tomado como normal diante das experiências daquela criança. E, com certeza, não é isso que desejamos, não é?

 

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